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Olivia Munn atriz de X-Men fala sobre o tratamento do câncer de mama agressivo que a levou à menopausa

A atriz americana Olivia Munn, muito conhecida por seu papel em "X-Men: Apocalipse" e também nas séries The Newsroom e New Girl, recentemente abriu seu coração para falar sobre sua luta contra o câncer de mama.


atriz Olivia Munn- créditos dibulgação
atriz Olivia Munn- créditos dibulgação

Aos 43 anos, Munn enfrenta um tipo de câncer de mama agressivo conhecido como Luminal B, que foi diagnosticado apesar de um teste genético abrangente ter resultado negativo para todos os 90 genes relacionados à doença, inclusive o BRCA. Uma mamografia normal realizada no mesmo inverno também não havia indicado anormalidades. No entanto, um score de avaliação de risco, baseado em fatores como idade e histórico familiar, levou a uma série de exames mais detalhados, culminando na descoberta do câncer.(Fonte: Terra)


Diagnosticada com a doença em março, Olivia, que já passou por quatro cirurgias durante o tratamento, revelou que teve a menopausa induzida em decorrência do tratamento. "Estou constantemente pensando que está calor, meu cabelo está ficando ralo e estou muito cansada", disse.

 

Sobre o processo da menopausa ocorrido devdo a hormonioterpaia que ocorreu com Olivia Munn


Desde a primeira menstruação, as mulheres são expostas ao estrogênio, um hormônio produzido pelos ovários. Ele auxilia no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários femininos, como o crescimento das mamas e dos pelos pubianos, além de regular os ciclos reprodutivos. Quanto mais cedo ocorre a menstruação, mais tempo o tecido das mamas fica exposto à ação desse hormônio. Infelizmente, essa exposição prolongada pode aumentar o risco de câncer de mama, pois é uma doença hormônio-dependente. O tumor se alimenta do estrogênio para crescer no organismo, tornando o câncer de mama uma ocorrência frequente entre as mulheres.

 


Foto: Divulgação/Instagram
Foto: Divulgação/Instagram

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 2,3 milhões de novos casos foram estimados para o ano de 2020 em todo o mundo, o que representa cerca de 24,5% de todos os tipos de neoplasias diagnosticadas nas mulheres. Só no Brasil, foram estimados 66.280 novos casos de câncer de mama em 2021, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.


O fim da vida reprodutiva das mulheres é um processo inevitável, natural e gradual. Mas, quando há a necessidade de se submeter a um tratamento de hormonioterapia, ou seja, para fazer o bloqueio hormonal, há uma queda rápida dos níveis de estrogênio na circulação, o que pode tornar os efeitos da menopausa ainda mais intensos.

 

"A grande maioria dos cânceres de mama são sensíveis à resposta hormonal, por isso que os tratamentos cirúrgicos, químicos ou radioterápicos se complementam com o bloqueio hormonal dessas pacientes, produzindo uma menopausa química. Durante esse processo a mulher deverá adotar práticas saudáveis, como exercício físico, alimentação saudável e suplementação, a fim de diminuir os sintomas causados pela menopausa”, explica Natacha Machado, ginecologista da Plenapausa, uma uma empresa que visa levar informação, cuidado e tratamento para mulheres.


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