
De Londrina à Bienal de São Paulo: Eliane Sato confirma sessão de autógrafos em maior evento literário da América Latina
- Lagoa Nerd

- há 18 horas
- 2 min de leitura
A escritora Eliane Sato marca presença na 28ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, no dia 7 de setembro, às 14h, em sessão de autógrafos do seu livro “Amar é Viver o Extraordinário”, publicado pela Editora Gente.
A obra é um elo entre ciência e o amor, descrito como o estado neurológico mais poderoso da mente humana. Especialista em neurociência aplicada ao comportamento humano, Eliane fala a visão não romântica desse sentimento que pode ser compreendido como uma ferramenta de reprogramação interior.
“É uma alegria participar da Bienal e apresentar o meu livro como um instrumento no processo de reconexão interior para romper padrões e construir uma relação mais consciente e poderosa consigo mesmo e com o outro. O amor não romântico é um guia mental e passa a ser compreendido como a ‘solução’ mais poderosa para o ser humano”, comenta Eliane.
Na obra, a autora convida o leitor a refletir sobre o amor além dos relacionamentos românticos, abordando escolhas, vínculos, autoconhecimento e a capacidade de encontrar significado nas experiências cotidianas. Ela propõe uma perspectiva mais ampla sobre o ato de amar e sobre como essa experiência pode transformar a maneira como enxergamos a própria vida.
Serviço
Livro: Amar é Viver o Extraordinário https://link.amazon/B06xjYEAF
Autora:Eliane Sato
Editora: Gente
Data: 7 de setembro de 2026
Horário: 14h
Local:BienalInternacional do Livro de São Paulo
SOBRE A AUTORA
Eliane Sato é escritora, mentora de lideranças, especialista em neurociências aplicadas ao comportamento humano e palestrante corporativa. Coach certificada pela GALLUP US, com pós-graduação em Neurociências, Psicologia Positiva e Mindfulness pela PUC-PR e formação como instrutora de Mindfulness pela Unifesp, atua há mais de 25 anos no desenvolvimento humano e profissional. Seu trabalho combina ciência, presença e amor como pilares para a evolução humana.





Comentários