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ANIMAÇÃO BRASILEIRA PLACA-MÃE CONCORRE EM FESTIVAIS INTERNACIONAIS

Ficção científica dirigida por Igor Bastos se passa em Minas Gerais e estreia nos cinemas no fim do segundo semestre deste ano; distribuição é da O2 Play

Cena da animação Placa-Mãe, de Igor Bastos | Divulgação/O2 Play
Cena da animação Placa-Mãe, de Igor Bastos | Divulgação/O2 Play

A animação brasileira Placa-Mãe, dirigida por Igor Bastos e que estreia nos cinemas no fim do segundo semestre deste ano, com distribuição da O2 Play, está no circuito internacional de festivais e premiações da indústria cinematográfica.

Placa-Mãe é o primeiro longa-metragem de animação produzido no interior de Minas Gerais e o segundo quando se trata do estado de Minas. O filme foi feito ao longo de quatro anos e meio nas cidades de Divinópolis e Nova Serrana e contou com mais de 250 profissionais envolvidos.

A animação está selecionada para a 24ª Semana Internacional do Cine Fantástico de Costa del Sol, na Espanha, e para o 4º Festival Infantil Tejiendo Cine, no Equador. Além disso, concorre na 14ª edição do Festival Internacional de Cine con Valores (FIC Valores), do México, a Melhor Filme, no Lisboa Indie Film Festival (LISBIFF), de Portugal, a Melhor Diretor e Melhor Filme, e no New York International Film Awards (NYIFA), dos Estados Unidos,a Melhor Filme e Melhor Roteiro.


Cena da animação Placa-Mãe, de Igor Bastos | Divulgação/O2 Play
Cena da animação Placa-Mãe, de Igor Bastos | Divulgação/O2 Play

Placa-Mãe é uma ficção científica que se passa em Minas Gerais, um dos grandes cenários políticos da história do Brasil. No filme, Nadi é uma andróide com cidadania que ganha o direito de adotar duas crianças, David e Lina. No entanto, Asafe, um político e digital influencer sensacionalista, cria diversas polêmicas sobre o caso com o intuito de gerar popularidade para sua candidatura a presidente do Senado. Em meio a tudo, um mal entendido leva David a fugir e viver aventuras – consequentemente, Nadi deve decidir entre manter a sua cidadania ou avisar a fuga às autoridades.

"Eu defino Placa-Mãe carinhosamente como 'sci-fi da roça'. Queria pensar em uma Minas Gerais do futuro, algo que a gente não tem imageticamente definido. Isso foi um desafio porque a ideia de futuro está sempre ligada a algo meio apocalíptico ou oriental. Então queríamos trazer outra visão: um Brasil que parece andar por soluços", afirma o diretor Igor Bastos.

Cena da animação Placa-Mãe, de Igor Bastos | Divulgação/O2 Play
Cena da animação Placa-Mãe, de Igor Bastos | Divulgação/O2 Play

"Levar o filme para festivais internacionais é muito prazeroso, mas também inesperado. Quando começamos Placa-Mãe, não esperávamos que a animação fosse ganhar o mundo nessa velocidade ou que iríamos concorrer com live-actions e documentários. Foi uma surpresa muito boa. Estamos felizes em dar visibilidade ao nosso trabalho", completa o cineasta.
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