Crítica | Michael : Jaafar Jackson entrega atuação impecável
- Lagoa Nerd
- há 15 minutos
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critica por Telma Souza/Admiradores da 7 arte
¨Michael, apresenta o começo da carreira do rei do pop Michael Jackson e o filme é tão bom que eu vou falar por partes:
filme estreia essa semana 23 de abril nos cinemas e com sessões especiais a partir do dia 21

. Elenco: O filme começa retratando o começo de sua carreira no Jackson 5, onde Michael cantava com seus 4 irmãos mais velhos e o que chama atenção nessa fase é o ator que interpreta o mesmo Juliano Valdi, que canta, dança e interpreta a história de modo impecável. Assim como o ator Colman Domingo que entrega um Joe Jackson também bem parecido e com a personalidade na qual já ouvimos falar tantas vezes, seja pela mídia ou pelo próprio Michael.

Ao mesmo tempo que ele batia e maltratava Michael, podemos pensar que o mesmo projetava Michael para o sucesso, assim como muitos pais tem espelhado talvez suas próprias carreiras fracassadas na música e obrigam seus filhos a não ter a mesma vida miserável que tiveram, o que me fez lembrar de Abraham Quintanilla Jr, pai de Selena Quintanilla, que formou a banda com seus 3 filhos, (claro que, sem a mesma violência) impondo essa carreira para eles, seriam esses pais visionários pelos talentos que seus filhos desenvolveriam ou seria de fato finalmente terem seus sonhos realizados e o desejo de seus filhos terem uma vida melhor? Enfim...

Jaafar Jackson entrega um Michael que pra mim eu defino como: IMPECÁVEL.
Basta ver os trejeitos, a dança, os movimentos e a VOZ, por favor você que é fã, assista legendado. Na transição do Michael infantil para o Michael adulto, a primeira frase de Jaafar eu fechei os olhos e me choquei com o tom da voz que é super parecida com a de Michael, ali eu sabia que o filme realmente seria incrível e de uma entrega total do seu sobrinho.
História:

A história começou do próprio começo, não tinha como ser diferente e terminou onde deveria terminar nessa primeira fase, já que pode vir uma segunda fase em breve o que deixa a impressão de que o essencial ainda está reservado.O filme é bem musical, cantei, e o que dá mais pena é ter que sair da sala de cinema e não ter como comprar um ingresso pro show do Michael. Quem foi, foi, quem não foi, não vai mais.
A história também retrata o começo das suas cirurgias no nariz, o começo do vitiligo e o foco na infância na qual Michael nunca teve, ele tentava resgatar o máximo de sua infância mesmo adulto, mas nunca iria viver a infância no tempo certo, em um tempo que não voltaria jamais.

Família: Nem todos na família Jackson são citados no filme, não se ouve uma palavra sobre Janet Jackson, boatos de que a cantora recusou envolvimento no projeto, estaria insatisfeita com a abordagem e teve desavenças familiares sobre o filme, desmentindo boatos com mensagens enigmáticas. Os demais familiares aparecem no longa.
Figurino:
Jaafar além de ter o físico igual ao do tio, a produção levou para as telas um figurino impecável, acredito que com muitas peças originais do astro. Isso eles não deixam a desejar.
Um filme nostálgico, para fãs antigos e novos, são duas horas que passam em 10 minutos¨.
