Crítica | Minha filha é um zumbi
- Jhow Foster

- há 15 horas
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Partindo da premissa de um dos webtoons sul-coreanos de maior sucesso dos últimos anos, Minha Filha é um Zumbi entrega exatamente o que promete: uma mistura hilária, caótica e profundamente tocante sobre o amor paternal levado às últimas consequências.

Filme estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, 3 de setembro, com distribuição da O2 Play e codistribuição da Omelete Company
O longa consegue transitar com maestria entre a comédia pastelão que faz doer a barriga e momentos de drama familiar genuínos, sem que as transições pareçam forçadas.
A química entre o pai (que entrega uma atuação comovente e hilária) e sua filha infectada é o coração do filme. O alívio cômico vindo da avó e do amigo complementa o núcleo perfeitamente.

O Gato Rouba a Cena: Com expressões impecáveis e timing cômico cirúrgico, o felino da família se torna instantaneamente um dos personagens mais memoráveis da trama.
Impacto Emocional: O filme não tem medo de emocionar. A jornada de proteger quem amamos, mesmo quando tudo ao redor diz para desistir, ressoa de forma forte no público.
Vale a Pena Assistir?

Com certeza. O cinema sul-coreano reafirma sua capacidade única de reinventar o gênero de zumbis, provando que por trás de toda a bagunça de um apocalipse, o amor de família ainda é a força mais poderosa. Preparar os lenços é indispensável: as lágrimas são garantidas na mesma proporção dos risos, culminando em um final reconfortante que deixa um sorriso no rosto de todos na sessão. Um dos grandes destaques do ano e uma excelente pedida para assistir em família.

Um dos destaques do longa é o reencontro de Lee Jung-eun e Cho Yeo-jeong, atrizes que atuaram juntas em Parasita (2019), vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2020 e marco da expansão global do cinema sul-coreano




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