Crítica - Supergirl: Woman of Tomorrow
- Lagoa Nerd

- 24 de jun.
- 2 min de leitura
Crítica feita por Jhow Foster
Filme estreia oficialmente no dia 25 de junhos nos cinemas
Após o excelente pontapé inicial com Superman em 2025, a DC sob o comando de James Gunn emplaca mais um golaço. Supergirl chega aos cinemas entregando uma aventura eletrizante que respeita o material de origem e, acima de tudo, transborda coração.

Com uma duração enxuta de 1h48, o longa foge da fadiga dos blockbusters arrastados. O ritmo é ágil, frenético e absurdamente divertido, conseguindo equilibrar momentos de alta voltagem com passagens profundamente emocionantes — tudo isso sem soar piegas ou artificial.

O grande motor do filme é, sem dúvidas, Milly Alcock. Dona de um carisma inigualável, a atriz carrega o peso de uma sobrevivente. A dor nos olhos da personagem é nítida, fruto de uma expressividade visceral que faz o público sentir cada trauma de Kara Zor-El. Mas não se engane: quando a diplomacia falha, a fúria kryptoniana entra em ação. Os momentos em que a protagonista simplesmente acaba com vários vilões de uma vez só são de lavar a alma de qualquer fã de ação.

O Lobo de Jason Momoa: Absurdamente divertido. Momoa abraça a galhofa e a brutalidade do Maioral, roubando a cena toda vez que aparece na tela.
Eve Ripley: Entrega uma carga dramática imensa para sua personagem, servindo como uma âncora emocional perfeita para o tom do filme.
Curiosamente, o longa não possui cena pós-créditos, uma escolha ousada para os padrões atuais, mas que mostra a confiança de Gunn em entregar uma história com início, meio e fim, sem muletas comerciais.

Os fãs de quadrinhos estão extremamente bem servidos. Agora, resta o público fazer a sua parte na bilheteria para garantir que o segundo filme dessa heroína fantástica saia do papel o quanto antes. O futuro da DC é brilhante.
Nota: 🌟🌟🌟🌟✨ (4.5/5)




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