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  • Foto do escritorLagoaNerd/Karen

Romance sáfico explora dramas familiares e os traumas que assolam a vida de duas adolescentes

Em Seis vezes em que a gente quase ficou (e uma em que rolou), Penny e Tate precisam conviver, enquanto aprendem a lidar com o medo, o luto e a atração que sentem uma pela outra


Seis vezes em que a gente quase ficou (e uma em que rolou),
Seis vezes em que a gente quase ficou (e uma em que rolou),

"Às vezes, quero estender as mãos e conter suas palavras e seus movimentos irritantes e aquela vibração em meu coração e minha cabeça, e acontece com tanta frequência que tenho certeza de que a única forma como consigo fazer isso é… bom… dando um beijo nela."Tess Sharpe

Autora best-seller nos Estados Unidos, Tess Sharpe retorna às livrarias brasileiras com o novo romance sáfico Seis vezes em que a gente quase ficou (e uma em que rolou), lançado pelo selo Outro Planeta. Segundo a autora, depois de ler e reler inúmeras fanfics, ela decidiu usar a estrutura dessas histórias para escrever um romance entre duas garotas que não são amigas e vivem quase se beijando, mas negam os sentimentos e a atração que sentem uma pela outra toda vez que essas situações acontecem.

Ainda que a relação entre as personagens ganhe destaque, a trama é mais densa e convida o público jovem adulto para reflexões sobre temas complexos, como o luto e a busca pelo amadurecimento. Na obra, Penny e Tate estão sempre juntas graças a amizade épica entre as mães delas. Quando Lottie, mãe de Penny, decide doar parte do próprio fígado para Anna, mãe de Tate, que sofre com uma grave doença, elas resolvem morar juntas para se apoiarem financeiramente e durante o período de recuperação pós-cirurgia.

Sem terem mais como fugir e vivendo sob o mesmo teto, Penny e Tate decidem propor uma trégua pelo bem da recuperação das mães. Em meio a esta jornada em busca de uma maneira para conviverem da melhor forma possível, elas descobrem que podem contar uma com a outra para lidarem com traumas e questões particulares. Enquanto Tate percebe que não está sozinha no enfrentamento da doença de Anna, Penny reconhece que tem uma aliada para encarar a perda do pai e o quadro de transtorno de estresse pós-traumático que desenvolveu após sofrer o acidente que o vitimou.

Juntas, Penny e Tate encaram uma trajetória de crescimento e aprendem que, apesar do percurso ser complexo e tortuoso, viver é um exercício diário de esperança. Mais que do que um romance adolescente, Seis vezes em que a gente quase ficou (e uma em que rolou) é uma comovente história entre duas garotas tentando encontrar o próprio lugar no mundo e que, por acaso, durante este caminho, acabam descobrindo que o grande amor pode estar mais perto do que imaginam.

FICHA TÉCNICA

Título: Seis vezes em que a gente quase ficou (e uma em que rolou)

Autora: Tess Sharpe

Tradução: Guilherme Miranda

Ilustração de capa: Paula Milanez ISBN: 978-85-422-2287-6

Páginas: 304 p.

Preço livro físico: R$ 69,90

Editora Planeta | Selo Outro Planeta

SOBRE A AUTORA

Nascida em um chalé nas montanhas e criada por uma mãe punk rocker, Tess Sharpe cresceu na parte rural da Califórnia. Hoje em dia, ela mora com uma matilha de cães e uma colônia de gatos em um lugar isolado. É a autora de As garotas que eu fui, que será adaptado pela Netflix.

SOBRE A EDITORA

Fundado há 70 anos em Barcelona, o Grupo Planeta é um dos maiores conglomerados editoriais do mundo, além de uma das maiores corporações de comunicação e educação do cenário global. A Editora Planeta, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que abrangem o melhor dos gêneros de ficção e não ficção: Planeta, Crítica, Tusquets, Paidós, Planeta Minotauro, Planeta Estratégia, Outro Planeta, Academia e Essência.

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